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APRESENTAÇÃO » MEMORIAL DO ARAGUAIA - O Despontador de um sonho


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Histórico dos fundamentos do Memorial

Caiu com glória, caiu de arma na mão naquele campo de batalha da luta de classes, no Araguaia – ponto alto de referência da luta revolucionária e libertadora de nosso povo. Artigo de Diógenes Arruda, em A Classe Operária, outubro de 1979, sobre Maurício Grabois (website www.vermelho.org.br).

Os tempos são outros, alguns dizem. A história há de registrar os faustos e as vergonhas, as vitórias e as derrotas, a coragem e o medo. Toda a paixão ou indiferença. Todo entusiasmo ou frieza. Enfim, a história faz jus aos fatos.

Há algum tempo, mais precisamente no ano de 2001, uma pequena marcha de camponeses, de trabalhadores vários, de micros empreendedores e demais brasileiros comuns, rumou pelas ruas da pequena Xambioá, no estado de Tocantins, fazendo reflexões sobre os acontecimentos passados naquela região, cujas repercussões fomentaram o imaginário de muitos, foram objeto de teses acadêmicas e, fundamentalmente, dotaram a história recente do Brasil de uma nova perspectiva quanto aos ideais de liberdade.

Aquele pequeno grupo, representante substancial de uma parcela imensa de bravos apologistas dos direitos humanos, dos direitos de minorias e direitos libertários acreditou que poderia erguer um monumento que consolidassem todos estes ideais, mas que fosse além, e servisse de um catalisador de realizações tamanhas, que seria, e porque não dizer?, um marco para o desenvolvimento da região hidrográfica do Araguaia/Tocantins. Assim nascia o Memorial do Araguaia.

A iniciativa de criação deste centro de desenvolvimento de atividades não partiu de uma pessoa especificamente, mas do próprio povo, o que lhe confere credibilidade e legitimidade. Outras reuniões foram realizadas. O assunto foi amplamente discutido, até consolidar a idéia. Faltava, então, um órgão ou entidade que assumisse todo o trabalho burocrático e gestão dos afazeres decorrentes, nascendo, a partir daí, o IAPA – Instituto de Apoio aos Povos do Araguaia, cujo primeiro presidente, o Sr. Michéas Gomes de Almeida (Zezinho do Araguaia), foi aclamado por unanimidade, após essa fase, e cercado de muitas dificuldades, foi adquirido o terreno para sediar o Memorial e, posteriormente, contratada a empresa de engenharia para elaboração do projeto arquitetônico. Estavam, definitiiva e irrevogavelmente, fincadas as bases para a implantação do MEMORIAL DO ARAGUAIA.


O Projeto

Foto: maquete do projeto Memorial do Araguaia, clique para ampliar

O projeto do Memorial do Araguaia encontra-se aprovado sob os auspícios da Lei Rouanet.
O monumento será implantado na Região Hidrográfica do Tocantins-Araguaia, mais especificamente, no município de Xambioá/TO, cuja cidade foi escolhida por ter sido palco da Guerrilha do Araguaia, numa justa homenagem àqueles que tombaram na luta por direitos libertários. Nesta cidade encontram-se as cinzas de João Amazonas e os restos mortais de dezenas de outros heróis que deram a vida para que direitos humanitários fossem, hoje, respeitados. Contribua, faça a sua doação Saiba Mais


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